sexta-feira, 6 de junho de 2014

Happy B-day N!

Hoje seria um dia qualquer, se eu não tivesse um motivo (e beeeem grande) pra comemorar! Não apenas o seu aniversário, mas a sua real importância na minha (nada,mole) vida. Posso começar contando, da menina que me emprestou um hidratante para pele seca, numa viagem para São Paulo, ou da menina q nem me conhecia e já era praticamente da turma. Confesso, que não era muito fã de meninas mais novas, que teimavam em querer andar junto dos meus amigos, ainda mais, sendo filha do meu professor. Daquele pentelho na turma, você foi se tornando colega! Daquelas que não podiam me ver, que já logo corriam pro abraço (sim, coisa que eu não era acostumada na época), daquelas que me viam a manhã toda, mas assim que eu chegasse em casa, eu já sabia que ficaria horas comigo no telefone, discutindo sobre amores de contos de fadas do ensino médio. Daí, alguns anos se passaram, veio as mudanças (drásticas) na minha vida, e eu achei que mudando de cidade para cursar a faculdade, perderia (como perdi) a maioria, senão todos os meus amigos. E adivinha qual amiga, jamais se importou com esses quase 200 km de distância que nos separam? Queria poder agradecer hoje, t-u-d-o que você já fez por mim, nesses seis anos de convivência. As horas que você me escutou reclamando de não poder dormir. As vezes que você corria pra se encontrar comigo, as milhões de caracteres em mensagens. Todas as vezes que eu precisei chorar, o seu ombro tava sempre disponível. Todas as vezes que eu quis sorrir, você tava do meu lado, quase engasgando sem ar também. De todos os zilhares de conselhos, que (na sua maioria) sempre vieram do fundo da alma, pra poder ver se colocava (um pouco, muitooo) juízo nessa minha cabeça oca. Por todas as cervejas, as vodkas e até mesmo os chocolates. Pelas conversas nas madrugadas repletas de insônia. Pelo carinho de sempre. Por todas as (milhõeeeeeeeeeeeeeeeeees de) vezes que você me xingou mais do que a minha própria mãe. Por todos os tapas na cara e surtos de realidade. Por todas as palavras de conforto. Por todos os livros de auto ajuda (kkkkkkkkkkkkkk). Pelos filmes e músicas indicados. Pelas várias (e muitas) doses de tequila. Por todos os nossos planos. Por todo colo. Por todo abraço. Por todo amor, depositado nessa amizade. Pela lealdade, pelo companheirismo, pelo apoio incondicional, pela saudade e por (muitos) anos que ainda estão por vir. Eu quem agradeço,  a sua presença na minha vida. Já passamos do nível de amizade, e fomos promovidas a amigas de alma. Porque ninguém, nem nada, conseguiu, consegue e conseguirá abalar esse nosso elo. Eu amo você, com toda a minha alma. Obrigada por ser minha bruxinha da guarda. Feliz 20 anos!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Sempre.


Quem um dia poderia imaginar, como as coisas realmente mudam, inesperadamente, em nossas vidas?

Pois bem, contarei uma história breve, porque as longas são cansativas. Uma menina nova, numa sala estranha. Ou a menina do fundo da sala, que era a estranha? Sempre identifiquei aquela música, como sendo nossa: “ Você me achava muito esquisita, e eu te achava tão chata!”

Mas, tudo que acontece na vida, realmente tem o momento e o destino, já dizia Jota Quest. A menina estranha, que compartilhava do almoço nada saudável, naquela pequena lanchonete, tava predestinada a ser alguém de até grande importância na minha vida. Começamos com conselhos amorosos para a minha turbulenta relação, depois passamos para os seminários juntas e hoje em dia, dividimos até a conta do restaurante. 

Não sei bem como classificar essa amizade, porque quem vê de fora, acha que somos inimigas mortais, só pelo 'carinho' expresso nas nossas conversas! O apelido ridícula, nunca se encaixou tão bem, em pessoas como nós duas. As piadas sem graças, as pessoas que nos fazem rir na rua, ou até mesmo as situações cotidianas, nunca foram tão legais, desde que nos juntamos e eu pensei: É, a gente combina.

Nunca falei de você, então, expresso hoje, a minha gratidão, de ter alguém como você, para me acompanhar, para rir, chorar, debochar e me segurar quando eu ameaçar a cair, como já aconteceu inúmeras vezes. 

Obrigada pela realidade que você me mostra, por enxergar além dos meus olhos, por decifrar as minhas caras e bocas antes mesmo que diga alguma coisa. E obrigada, por ser você, minha amiga.




sábado, 11 de janeiro de 2014

21 coisas para fazer com 21 anos

1-Ser F-E-L-I-Z

2- E-M-A-G-R-E-C-E-R

3- Sair com as amigas e encher a cara (uma vez por semana)

4-Mudar de vida!

5-Fazer a 4ª tatuagem

6-Viajar sem destino

7-Beber 24h seguidas sem parar

8- Furar o nariz!

9-Ir numa micareta

10-Passar em tudo na faculdade

11-Me apaixonar LOUCAMENTE

12-Beijar um barman

13-Encontrar com todos os amigos

14-Andar sem sutiã

15- Fazer uma mudança radical no visual

16-Comer potes de sovertes de haagen danz de doce de leite.

17-Fazer novas amizades

18-Ficar um sábado a noite sozinha, assistindo comédias românticas

19-Xavecar o meu vizinho

20-Aproveitar mais cada momento

21-E esperar que os 22 surpreenda todos os meus planos!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Happy B-day!

Uma pessoa me questionou: Ansiosa para seus 21 anos!? Respondi apenas que ainda estava tudo normal. Poxa, o que realmente eu esperaria de uma véspera de aniversário?

Ultimamente tenho ficado meio nostálgica, fico relembrando datas de 3,5,8 anos atrás. Ou quantos anos eu já tenho de amizades com as minhas velhas amigas. Confesso que sou mais a velha guarda, do que essas amizades de fila de banheiro em festa.

 Com doze anos, eu vivi a terrível sensação de ter pais divorciados, com 14 dei o meu primeiro beijo! Com dezessete, encarei um intercâmbio pra Europa, com dezenove, descobri a minha beleza, ao finalmente me reparar de frente a um espelho! E ah, fiz minhas tatuagens, também!

Com 21, espero que só venham surpresas. Cansei dessa coisa de premeditar acontecimentos. Ah, mas eu poderia estar namorando, poderia estar na América do Norte, como poderia ter largado a faculdade para vender cds de Yoga na praia. Amo mudanças. Amo não ter certeza do que vai acontecer na próxima hora. Amo não saber o que vai ser de todos nós, nesse mundo, redondo.
 
Agradeço apenas aos meus amigos, pela confiança, amizade, risadas e até pelas lágrimas secadas. Aprendi também, que nenhuma alegria é plena, e que lágrimas fazem parte de todo esse processo que é a nossa longa e curta vida. Ontem eu tinha 10, de repente 30!

Que venham mais 365 dias de aprendizado, e de chances, de poder me tornar melhor, a cada dia que amanhece. Feliz aniversário, pra mim!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Happy New Year

2013 revirou o universo de cabeça pra baixo. Realinhou os planetas e me deixou no meio de uma nebulosa sem entender nada do que tinha acontecido. No início dele, bem no começo, ouvi de alguém que 2012 teria sido o fim do mundo como a gente conhece e que essa seria a verdadeira profecia dos Maias.Com isso, me peguei perdido entre caminhos e escolhi alguns.

Escolhi seguir naquilo que eu queria, ou acreditava, ou não sabia se seria o melhor pra mim, mas sempre botei cara, garra e coração na frente e deixei ser puxada. Coisas surgiram, e pessoas também. Coisas se desfizeram, e pessoas me desfizeram também. Como se algo me rasgasse, costurasse, suturasse e dissesse pra mim que ia ter que ser assim.

Descobri que teve gente que passava e acabava comigo. Descobri que teve gente que me deu tchau de vez, e isso doeu tanto que eu ainda acredito num destino que se cruza. Descobri que teve gente que tinha tudo pra não ficar e ficou, ficou por mim quando nem eu mesmo teria ficado, ficou e me disse olá. E talvez tenha sido a minha grande conquista do ano,acreditar e confiar nos bons e poucos amigos que carrego comigo.

Nesse ano eu fechei um ciclo. E já dizia a astrologia que seria um ano 9 pra mim. Ano de rever conceitos e desalojar velhos vícios, e não é que foi bem assim? Tanta coisa posta pra fora, por vontade própria ou por força maior, que a minha visão panorâmica ficou embaçada e girou. Girou tanto que me mostrou novos horizontes, e eu tô aqui seguindo por ele.

 Tô aqui lutando pra ser feliz, mais um pouco que seja, comigo mesmo. Tô aqui fazendo resoluções, revendo o passado, agradecendo e pedindo pra esse ano acabar logo. Tô aqui barganhando minutos de vida desperdiçados, revendo fotos, não acreditando em coisas que disse ou fiz, me despedindo de gente que vai embora pra sempre. Tô aqui, recapitulando cada pedaço meu que foi riscado, transformado e se perdeu. Ou se encontrou. Me encontro no desencontro, me disse uma cartomante no comecinho de janeiro.

Eu não acreditava tanto assim em profecias apocalípticas e coisas do tipo. Acreditava mais em astrologia, numerologia, runas, tarot e todo tipo de sorte que estivesse disponível pra brincar de prever o futuro. Mas depois de 2013, das incertezas e da imprevisibilidade que esse ano me trouxe, eu não consigo mais imaginar que consiga encaixar as coisas todas dessa vida pra um 2014 bem escrito. Meus planos traçados se formaram num desenho perfeito do que eu esperei até aqui. Daqui pra frente é só surpresa bem escolhida e, quem sabe, um novo recomeço caótico dia após dia. Afinal de contas, me encontro no desencontro. Mesmo que isso signifique reinventar o mundo mais uma vez, como 2013 reinventou o meu universo.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

L.G.


Como tentar falar de uma pessoa, que se gosta tanto, mas que ao mesmo tempo, é tão difícil de descrever?
Pois então, hoje é uma data daquelas, que é inadmissível, deixar passar em branco.
Desejar felicidades, sucesso e realizações é fácil, todos desejam, até pessoas que não conhecemos.
Mas sorte a minha, que eu conheço você, então vamos a minha lista de desejos..
Espero que existam um milhão de motivos pra esse sorriso maravilhoso, estar sempre grande, e animando os dias nublados. Que essa força que você tem, multiplique por 20, pra você sempre amparar as pessoas ao seu redor. Que todas as risadas, sejam companheiras mais íntimas ainda, do seu dia a dia. Muita sorte em tudo que você tiver vontade de fazer. Que nossas festas, sejam sempre as mais animadas. Que o laço que nos une, se fortifique ainda mais. Que cada dia que passe, você esteja mais unida a essas lindas mulheres que formam sua família. E que sempre, que você precisar, ou até quando não precisar também, que você procure um colo amigo, um ombro pra rir, chorar, zuar, até mesmo pra dormir. Que nossos jantares asiáticos sejam mais frequentes, e até nossas cervejas, mais geladas. Que esse carinho que eu carrego, transborde, dia após dia. E que você não me abandone, nunca! Sabe porque Lu, Luzinha, Lulita, Lulipop, Luluzinha, preta? Porque eu sou apaixonada pela nossa amizade, e espero que ela dure no mínimo mais uns 60 anos. Que é pra eu não enjoar! haha Feliz aniversário, minha amiga! Com todo amor do mundo.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

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Que diferença faz onde começou quando tudo o que importa é onde estamos nesse exato momento? Quase acreditei que gostasse de tudo o que faz você ser você, mas na verdade percebi que sinto ódio. Tenho ódio do seu cabelo meio arrumado, meio bagunçado, porque quero sempre inventar alguma desculpa idiota pra passar a mão de leve nele.


Odeio o seu jeito calmo porque ele deixa minha neurose de lado e me acalma. Me acalma tanto.Odeio sua conversa interessante, divertida e natural porque ela me mostra que eu não preciso mais procurar por assuntos e isso me assusta um pouco. Odeio você gostar de mim naturalmente porque não preciso mais me desesperar para parecer melhor do que eu sou porque você me vê despida de todas as minhas defesas e ainda assim me adora.

Odeio sua sinceridade porque ela me coloca de frente com o que eu preciso fazer ou mudar, e nem sempre gosto de ouvir sobre minhas falhas. Odeio seus sentimentos por mim porque ultimamente tenho tido muita necessidade deles e isso é muito novo pro meu mundinho "no feelings".


Odeio soltar um sorriso meio bobo sempre que recebo alguma mensagem sua porque não me acostumei com tanta felicidade em tão pouco tempo. Eu quase te odeio por um segundo e logo em seguida gosto muito mais. E tento entender o porquê de alguém como eu ter uma pessoa como você, entende? As ruas sem saídas em que eu vivia faziam todo o sentido pra minha vida suja e do avesso, mas você fez pontes e viadutos e novas estradas e me deu opções e me tirou da minha vida acomodada e me deu abrigo.

Você não desistiu da minha loucura, nem da minha frieza, nem do meu medo incontrolável de viver algo inteiramente. Me puxou pela mão e me livrou de todos os fantasmas assustadores que reinavam por aqui. Você me roubou de mim mesma e talvez seja esse o motivo de eu não conseguir te odiar. Nem sequer um pouquinho. Foi um sequestro relâmpago, quando vi já era meio tarde.

Eu nunca planejei um futuro com ele. Nunca acreditei que daríamos certo ou seríamos oficialmente um casal. Também nunca quis nada disso. Não por não gostar dele, mas por gostar diferente. Por gostar dele leve, sem essa areia movediça de compromisso, esse laço que quando você percebe, já virou nó. Que afasta as pessoas, ao invés de unir.

Eu gosto dele assim, me fazendo feliz, me fazendo rir, me fazendo ver que é possível ser de alguém sem se perder. E que eu posso ir embora e voltar, sem dor. Sabia que, de alguma forma, estávamos conectados. Não para sempre em questão de tempo, mas para sempre na história um do outro.

E eu tava certa. Ele entrou na minha vida só para me curar. Para me ensinar, gostar de mim, aprender. Ele podia ser um futuro namorado, um futuro cafajeste, um rolo sem importância. Mas não, ele é mais que isso, tava destinado assim, antes da gente se conhecer.


Ele é quase um anjo, alguma coisa bonita assim, minha paz com hora marcada.Mas aqui, obrigada por me salvar.